Glitter pode fazer mal para a pele?

Foi dada a largada para a festa mais querida do Brasil. Você pode até não gostar do carnaval, não ser um grande folião das ruas, não ser nem do bloquinho, nem das escolas, nem dos cordões ou trios. Ainda que você seja do acadêmicos do sofá, vai ser difícil fugir desse brilho do carnaval: o glitter.

Mesmo que você não coloque na sua pele, ele está no ar e gruda na pele de todo mundo. 

E você sabe do que ele é feito? 

O glitter nada mais é do que plástico (e metal que está na composição da tinta), cortado em pedações minúsculos. Por ser feito de plástico em pedaços minúsculos, ele gruda na pele e, depois que você (finalmente) consegue tirar (no próximo carnaval), ele vai parar nos rios e oceanos, poluindo o meio ambiente e prejudicando a fauna aquática, por não ser biodegradável.

 

Ele pode fazer mal pra sua pele?

Uma vez que ele é plástico, pode fazer mal em casos específicos. Para quem já tem alguma questão de pele, como dermatites ou urticárias, o glitter pode ser um gatilho de piora. Se você tiver uma pele com alguma lesão, seja pela dermatite ou um machucado qualquer, o contato com o glitter pode prejudicar a cicatrização e, em casos piores, causar infecções. 

Evite também que o glitter tenha contato com seus olhos e a ingestão do produto. Afinal, é um pedaço de plástico que pode irritar os olhos causando conjuntivite e, se ingerido, pode causar problemas no trato digestivo.

 

E agora, como eu faço?

Bem, é realmente difícil fugir do glitter no carnaval. Se você ama o carnaval e não abre mão de sair brilhando no bloquinho, tente comprar os já conhecidos glitters ecológicos, que são feitos de materiais biodegradáveis e naturais. Isso não quer dizer que não pode provocar alergias, porque, como já vimos por aqui, não existe um produto 100% hipoalergênico para 100% das pessoas. 

 

E como tirar o glitter do corpo?

Essa é a maior dificuldade de todo mundo: tirar o glitter. O melhor truque para retirar o brilho da pele é utilizar um meio com óleo para retirar, com o auxílio de uma esponja. Pode ser um demaquilante bifásico ou óleos corporais como de amêndoa ou de coco. A vantagem do óleo é que, além de tirar o glitter, ajuda a proteger a pele. 

 

 

Redação CDD

Fonte: https://www.uol.com.br/tilt/noticias/redacao/2020/01/23/a-tecnologia-por-tras-do-glitter.htm

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